terça-feira, 6 de junho de 2017

Antônimo de nós mesmos

Ninguém vê o que realmente somos.
Carregamos uma infinidade de sonhos.
O coração vibrando com a história,  que os anos vão transformando numa coleção de sucessos e frustrações, de alegrias e dores, de pecados deliciosos e prundências, de bondades e malicias, de pensamentos e sentimentos.
Somos a dualidade, o antônimo de nós mesmos.
A busca constante do contentamento com a nossa essência.
Transformarmos nossos momentos de alegrias em sagrados,
Quando sagrado é o nosso amanhecer e anoitecer, dos anos que nos encaminham para a eternidade.
(RaSena )

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